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Consciência: aprenda um dos pilares do desenvolvimento pessoal

Heidi Muniz | Desenvolvimento Pessoal

fev 01
consciência

Hoje iremos aprender sobre um dos pilares do desenvolvimento pessoal: a consciência. E já começamos com um paradoxo. Embora seja essencial para uma vida equilibrada, a consciência certamente não está na lista de princípios ensinados às crianças.

E o preço de não aprender a ser consciente consiste em seguir velhos padrões da mente. A mente quer repetir pensamentos e induzir a ações familiares, pois para ela o que importa é fazer algo seguro. O problema é que estes padrões, naturalmente negativos, não são julgados de maneira adequada. A mente baseia-se na crença de que o que funcionou antes, funcionará agora também. Mas sabemos que isso nem sempre é verdade.

É possível que você repita um comportamento que prejudique o seu bem-estar, mas não o perceba porque não está consciente.

Por exemplo, quantas vezes você já perdeu o sono por pura preocupação com um problema ainda não resolvido? E aqueles momentos de raiva, em que você descarregou todo o seu estresse no restante do mundo e depois se sentiu mal por ter feito isso?

E esta é apenas a ponta do iceberg. Visto que a consciência possui vários níveis, existem, por consequência, vários comportamentos correspondentes.

Vale ressaltar que uma pessoa com nível mais baixo de consciência tende a trazer sofrimento desnecessário para si. Afinal, isto significa viver em modo “piloto automático”,  seguindo os padrões da mente.

Se você leu os exemplos mencionados, talvez tenha reparado que eles são bem comuns. Dessa maneira, problemas cotidianos poderiam ser resolvidos muito mais facilmente ou simplesmente nem existirem, se cada pessoa cultivasse o hábito de ser mais consciente. Então vejamos o que é, afinal, a consciência.

Entenda o que é a consciência

Apesar das longas discussões sobre o que é a consciência, tentaremos manter uma definição mais simples e direta, usada pelo psicoterapeuta Nathaniel Branden:

A consciência é a ferramenta mais básica de sobrevivência e corresponde à habilidade de perceber o ambiente ao seu redor e de tomar decisões a partir disso.

Nathaniel ainda discute que a consciência também pode ser vista como um estado de atenção, em que você nota algum aspecto da realidade.

Prefiro esta definição um pouco mais ampla do Nathaniel porque o ambiente não é a única coisa que pode ser percebida. Você também pode estar atento ao seu corpo, aos seus pensamentos, emoções, ações. Existem vários níveis, lembra? Então vamos aos exemplos.

Já sentiu o cheiro da terra molhada quando chove? Já notou quando a sombra acaba e o calor aumenta?

Agora vejamos situações que usam mais que os seus órgãos sensoriais.

Ao encontrar um ente querido ou amigo, já sentiu uma energia positiva, uma animação?

Por outro lado, quando você teve uma discussão desagradável, reparou o que estava sentindo? Houve um incômodo na garganta? Aceleração do pulso?

Vamos para um nível um pouco mais difícil. Ao demonstrar amor para quem você ama, prestou atenção na reação do outro? Ou notou apenas a sua própria satisfação em fazer o que gostaria que fizessem por você?

Haaa …. esta última não é tão intuitiva, não é mesmo? E é por isso que este tipo de percepção exige um nível maior de consciência.

Mas não se preocupe, não é preciso ser um buda para desenvolver níveis mais elevados de consciência. Se trata de uma habilidade humana, que qualquer pessoa pode praticar e melhorar.

Para que serve a consciência?

A consciência permite escapar dos padrões negativos da mente, dando a chance para criar pensamentos positivos e agir de maneira equilibrada. Neste estado de atenção, os desafios da vida se tornam bem menos assustadores e o sofrimento desnecessário pode ser evitado ou diminuído.

Você deixa de se preocupar com o que não precisa. Aprende a aceitar os problemas de agora e a resolvê-los com mais paciência. Mas vai muito além disso.

A sua consciência é uma fonte em que você pode confiar. As respostas que tem procurado tão avidamente, sempre estiveram com você. Portanto, se ainda não as encontrou é porque você não estava consciente.

E exatamente por isso, esta habilidade também é a sua bússola na jornada do desenvolvimento pessoal. É ela que vai te dizer o que é preciso melhorar, para onde você deve ir, quando e como.

Ao longo do tempo, a sua consciência pode ser aprimorada e estar consciente passará a ser cada vez mais natural. Em níveis mais elevados, será possível até mesmo observar seus pensamentos e emoções! Mas isto é história para outros posts haha.

Por enquanto, a intenção aqui é chamar a sua atenção para a importância da consciência e de que ela é uma bússola que pode te acompanhar, seja qual for o seu caminho.

E você?

Se identificou com algum exemplo mencionado no post de hoje? Você gostaria de desenvolver níveis mais elevados de consciência? Não deixe de compartilhar este artigo com algum amigo que também queira aprender sobre desenvolvimento pessoal.

Imagem: Oskar Krawczyk via Unsplash
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Sobre a autora

Heidi Muniz é coach de vida certificada pela Sociedade Latino Americana de Coaching (SLAC). Ela ajuda mulheres a recuperarem sua autoestima e serem reconhecidas pelo seu valor. Para saber como você pode aprender com a Heidi, acesse a página de Cursos ou a página Sobre.